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Nos meses de abril e maio, 1,13 milhão de estudantes da rede pública do Pará acompanhados pelo Bolsa Família cumpriram a frequência mínima exigida pelo programa. Eles representam 98,5% dos 1,15 milhão de alunos que tiveram a frequência acompanhada no período no Estado. Os dados são do Sistema Presença, ferramenta do Ministério da Educação (MEC) que registra a assiduidade dos beneficiários do programa às aulas. Em todo o Brasil, foram 14,8 milhões de alunos que cumpriram a frequência mínima exigida pelo programa, o que representa 96,4% dos 15,4 milhões de alunos que tiveram a frequência acompanhada no período. Nas regiões Norte e Nordeste, 98,3% e 97,8% dos estudantes acompanhados, respectivamente, cumpriram a frequência. Em seguida, vêm o Centro-Oeste (96,2%), o Sul (94,2%) e o Sudeste (93,5%). Os estudantes indígenas, quilombolas e da área rural apresentaram resultados acima da média nacional: 97,7%, 98,1% e 97,7%, respectivamente.Dentre os municípios paraenses, 31 cumpriram 100% da frequência mínima. Parauapebas, Viseu e São Sebastião da Boa Vista, tiveram os desempenhos mais baixos no bimestre avaliado: 84,2%, 88,1% e 88,7%, respectivamente. Nos casos de jovens com baixa frequência escolar, a equipe de assistência social do município é orientada a avaliar os motivos indicados pela área de educação. Em algumas situações, o acompanhamento dessas famílias é realizado pela rede de serviço socioassistencial. A condicionalidade da educação requer que os alunos beneficiários de 6 a 15 anos frequentem pelo menos 85% das aulas. Já os jovens beneficiários entre 16 e 17 anos devem ter frequência de, no mínimo, 75%. O acompanhamento da frequência escolar é feito a cada dois meses pelo MEC, com o apoio do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e em parceria com as áreas de educação dos municípios, dos estados e do Distrito Federal. Em abril e maio, 89,2% dos alunos da rede pública de ensino beneficiários do Bolsa Família tiveram a frequência escolar acompanhada. A região Sul superou os 90% de acompanhamento. Em seguida, estão o Norte (89,7%), o Sudeste (89,5%), o Nordeste (89%) e o Centro-Oeste (84,8%). No Pará, essa proporção chegou a 90,3%. Para que o acompanhamento ocorra, é preciso que os dados sobre a escola das crianças e dos adolescentes estejam corretos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal, coordenado pelo MDS, e no Sistema Presença. Por isso, caso o estudante tenha mudado de escola, a família deve atualizar a informação.
Após um naufrágio ocorrido na tarde de segunda-feira (21) no Rio Amazonas, em Monte Alegre, no oeste do Pará, pai e filho conseguiram sobreviver ao ficarem flutuando agarrados à tampa de um isopor que estava na pequena embarcação em que navegavam.A embarcação, conhecida na região como bajara, em que navegavam Fabiano de Sousa Albarado, de 33 anos, e o filho dele, Samuel Lucas, de 6 anos, virou após um temporal enquanto atravessavam o rio. Segundo Fabiano, eles ficaram a noite toda à deriva seguros apenas à tampa de isopor. Por causa da escuridão, as embarcações que passavam por eles não ajudaram. Ambos foram localizados por um pescador às 6h da manhã desta terça (22), próximo ao município de Prainha, também no oeste paraense, e chegaram a Monte Alegre à tarde. Fabiano disse que a maior preocupação dele era com o filho, mas conseguiu acalmá-lo até serem resgatados. Segundo ele, o pequeno Samuel ficou traumatizado e não consegue falar nem se alimentar direito. Ambos devem receber assistência de uma psicóloga. Caso parecido Na região, é muito comum o uso dessas pequenas embarcações, geralmente movidas a motor, principalmente por moradores de comunidades rurais para atravessar de uma comunidade para a outra. O problema é a falta de equipamentos de segurança, como o colete salva vidas, por exemplo. Frequentemente, há casos de naufrágios envolvendo passageiros desses meios de transporte. Em outubro do ano passado um caso parecido aconteceu no Rio Tapajós, entre Santarém e Belterra, no oeste do Pará. Uma pequena embarcação com oito pessoas virou. O grupo transportava combustíveis da comunidade Aramanai, em Belterra, para a comunidade Suruacá quando o acidente ocorreu. Sete vítimas foram resgatadas, mas um homem ficou à deriva por 24 horas amarrado a um recipiente, conhecido na região como "carote", que permitiu que ele flutuasse até ser resgatado. Ele foi encontrado na comunidade São Domingos, em Belterra, com a pele ferida devido ao fato de o recipiente conter combustível.
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